terça-feira, 7 de julho de 2020

Aula programada do dia 07 de julho

Aula programada do dia 07 de julho


O futuro é agora


A tecnologia 5G é complexa e desafiadora. Para o diretor da Inatel, Carlos Nazareth Motta Marins, ela é vista como disruptiva, por apresentar cenários diferentes dos oferecidos pela tecnologia atual. “O primeiro intuito da telefonia foi comunicar com mobilidade. O tempo passou e tivemos várias mudanças, mas sempre voltadas à funcionalidade e ao aumento da comunicação de dados. O 5G é diferente, pois permite ir além”, conta.

A nova tecnologia permitirá atender a três cenários diferentes. Segundo o diretor, o primeiro é o grande aumento da taxa de dados, que poderão ser até cem vezes maiores do que no sistema 4G. A outra possibilidade refere-se ao baixo tempo de latência da rede. Ou seja: a informação demora muito menos para chegar de um ponto a outro. “Essa característica permite implantar ações inovadoras, como a internet tátil, com tempo de atraso tão pequeno que seria possível fazer uma cirurgia a distância, devido à conexão praticamente instantânea”, exemplifica.

Por fim, o último cenário diz respeito ao número de usuários. Será possível ter muito mais usuários conectados à rede – e, nem sempre, humanos. “Atualmente, os aparelhos estão conectados a, no máximo, um ou dois equipamentos conectados. Espera-se que, após a mudança, cada usuário tenha um smartphone e outros dez aparelhos conectados a seu sistema de comunicação móvel”, explica.

Porém, apesar das grandes inovações tecnológicas, é preciso lembrar que há ressalvas quanto a seu uso, e que os benefícios são consenso na comunidade acadêmica.


Revista “MINAS FAZ CIÊNCIA” – dez 2019/jan/fev 2020, p.41.

Leia o texto e elabore 10 questões referentes ao mesmo, respondendo-as.


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